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Design Thinking: o que é e como aplicar na prática

 

Um conceito que ganhou popularidade e uma abordagem que continua a ser confundida com organizar ideias em post-its coloridos!

Na realidade, o Design Thinking está longe de ser isto: é uma poderosa ferramenta para as empresas que procuram inovar nos negócios, processos, produtos e, sobretudo, experiências.

Talvez já tenha ouvido falar, mas acredito e é natural que ainda não saiba aplicar.

Ou talvez até conheça, mas ainda não conseguiu convencer a sua equipa a adotá-la. Seja qual for o contexto, hoje a Sydra, a sua gráfica online, vai abordar a importância, as diversas etapas do processo e, um dos grandes cases de Design Thinking.

E, nada está perdido! No final deste artigo, terá argumentos suficientes para provar à sua equipa que esta estratégia vale a pena!

Vamos em frente?

 

O que é Design Thinking?

O Design Thinking vai muito além de uma simples ferramenta ou metodologia! É uma abordagem focada em encontrar soluções criativas e inovadoras, quer seja para resolver problemas, perspetivar novos negócios, modernizar produtos e reestruturar projetos.

O objetivo é claro: o desvio das suposições e encontrar respostas ousadas, que englobem as reais necessidades do segmento de mercado onde atua.

Até aqui parece tudo muito bem, mas como as alcança na prática?

A abordagem baseia-se na análise e compreensão do consumidor, servindo-se da cooperação de todos os participantes como peça chave do progresso!

Ao adotarmos o Design Thinking, está implícito que o consumidor está no centro de todo o processo. Com isto, acaba-se o mindset “o que pensa que é melhor” para “o que é melhor para o consumidor”.

 

Como tudo surgiu – Design Thinking?

A fama do Design Thinking deve-se pelo trabalho de David Kelly e Tim Brown, fundadores da IDEO, uma consultoria de inovação em Silicon Valley.

Na altura em 2009, Tim lançou o livro que levaria o termo para o nosso vocabulário: Change By Design, ou seja, Design Thinking – Uma metodologia Poderosa para decretar o fim das Velhas Ideias.

A popularidade da abordagem, em Silicon Valley, remete a 1991, quando David e Tim fundaram a IDEO e, tornaram o processo célebre na região.

O design era encarado como uma forma de raciocínio e resolução de problemas desde 1969, quando Herbert A. Simon a citou no seu livro intitulado “The Science of the Artificial”.

Dito isto, é altura de passar à prática!

 

Como aplicar o Design Thinking na prática?

Esta nova abordagem consiste em 5 passos: indicação, inspiração, ideação, prototipagem e, finalmente, implementação.

 

  1. Indicação

É o momento de definir o projeto, os objetos de análise, hipóteses, objetivos e, as oportunidades de inovação.

O Briefing entra em ação e, é onde estão definidos os critérios que serão utilizados para avaliar as melhores sugestões em etapas posteriores.

Contudo, nunca deve permitir que o briefing limite de alguma forma a criatividade do processo, só pode guiá-lo!

 

  1. Inspiração

É nesta fase que vai reunir os insights. Para tal, é crucial que contacte com clientes e consumidores para ter uma entendimento profundo do seu dia a dia, dos seus problemas, os maiores desafios, as necessidades, desejos e, as suas experiências.

A capacidade analítica é uma skill fundamental neste processo e, deve ser feita através da observação e descrição.

Um bom método será usar ferramentas como questionários, mapeamento da persona, dados coletados previamente, observação ativa, acionamento direto, entre muitas outras estratégias, com o objetivo de analisar a fundo a realidade do utilizador.



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  1.  Ideação

É agora que vai reunir os seus colaboradores com conhecimentos multidisciplinares para conseguir analisar os problemas e pensar, coletivamente, em soluções inovadoras.

Deve reunir uma equipa diversificada, porque quantas mais pessoas estiverem envolvidas neste processo, maior é a possibilidade de chegar a uma solução.

Esta fase do projeto é vital e, está na mão do gestor, não julgar ou condicionar os participantes, pois é a partir da junção de todas as ideias que há espaço para as inovações.

É importante sublinhar que durante esta dinâmica de grupo, o ambiente de trabalho deve incentivar a iniciativa e uma cultura de risco.

Todos os participantes devem ter o mesmo direito e, serem incentivados a participar de igual por igual, sem qualquer distinção por cargo e, muito menos serem criticados pelas ideias que foram expostas.

O ideal é que os objetivos sejam alinhados com todos os participantes, muito do início do projeto. O gestor deve manter-se alerta para identificar qualquer evidência de como o grupo não está consciente desses objetivos durante a dinâmica e, que retome esse ponte sempre que necessário.

É no final desta etapa que vai filtrar as melhores ideias que sugiram, sempre de acordo com os critérios definidos na fase de Indicação.

Para tudo correr como planeado, deve ser desenvolvido um MVP (Minimum Viable Product), ou seja, uma versão mais simples de um produto ou solução, que pode ser testado para perceber se a ideia atingiu na prática as necessidades de foram levantadas no briefing.

 

  1. Prototipagem

Com um MVP já nas mãos, é altura de testá-lo! Mesmo que não tenha estruturado um rascunho do projeto em mente, solução, produto ou negócio, é nesta etapa que terá oportunidade de o formular e, de o testar.

 

  1. Implementação

Com todos os passos concluídos, é altura de dar vida ao protótipo, se este tiver sido já validado.

Esta etapa exige muita atenção, rigor e planeamento para colocar em ação os frutos do trabalho das etapas anteriores.

O processo Design Thinking tem agora como prioridade minimizar os erros e, direcionar o foco no utilizador. Atenção! Isto nunca pode significar que a solução identificada sairá isenta de erros ou possibilidade de melhoria.

A metodologia coloca o grupo no rumo certo, mas a jornada terá de ser percorrida pelo grupo e, cada grupo é único.

Logo, deve ter sempre em mente que a jornada de aprendizagem é tão crucial como a entrega final.

Agora que descobriu as origens do Design Thinking, está na altura de apresentarmos um case de sucesso que nos chamou a atenção: a Walt Disney!

Antes do nome Design Thinking ser reconhecido e, do design ser usado como uma linha condutora de raciocínio para a resolução de problemas, a Walt Disney já o aplicava na indústria do entretenimento.

Os parques do Walt Disney são bons exemplos da prioridade de garantir uma experiência de alta qualidade aos clientes.

Para criar uma experiência mais efetiva para os clientes, perceberam que tinham de observá-los em cada detalhe, isto passava por esperar em filas, almoçar com eles. Isto era imprescindível para identificar se respondiam a determinados padrões de comportamentos e, como expressavam as suas emoções em relação a cada atração.

 

Agora já tem know how suficiente para aplicar o Design Thinking.

 

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Até à próxima!

 

 

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Beatriz Monteiro

Beatriz Monteiro

Natural da cidade da Guarda, licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade da Beira Interior. Sempre fui uma comunicadora nata! A aventura pela área da Comunicação começou no ballet, seguida da representação com 6 anos de Teatro. A timidez foi desde tenra idade ultrapassada pelos desafios que me propus, desde viver uma cultura e país diferente a fazer rádio em Espanha. O Erasmus foi mais um desafio, porque acredito que as verdadeiras oportunidades estão fora da nossa zona de conforto. É essa a minha filosofia! De mãos dadas com a Comunicação está o Marketing Digital! Outra área pela qual sou fascinada e, na qual continuarei a investir!

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